sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Um dia de goblin

Ódio,
Era assim que o goblin se sentia... Odiava suas escolhas, apesar de ter certeza que eram a melhor coisa a se tomar no momento, odiava a falta de tesouros em tua caverna, odiava seu trabalho, como odiava o olhar de desprezo que recebia. O mundo o negava a revolução.
Lembrava-se da frase sobre o goblin enfurecido, “se enfurecia com sua vida, com sua família, mas acima de tudo ele se enfurecia.”
A raiva o tomava enquanto escrevia, as palavras pareciam labaredas vomitadas de sua boca, o goblin por alguns instantes se comparava a um dragão, queria levar a destruição aos povos livre! Mas povos livres? Bem esse é apenas um nome, pois era criaturas fracas se consideravam livres, mas eram apenas uma continuação das trevas que envolviam os outros mundos, não tinham consciência de si, de seus potenciais, o goblin era rejeitado, considerado alguém inferior, por apenas acreditar na revolução...

Evolução e revolução.
Muitos me massacram muito me chamam de louco, muitos dizem que o mundo é assim, não existe uma mudança, muitos dizem que o mundo se ajeita aos poucos. Mas ele não se ajeita, ele nos rejeita aos poucos. Não existe uma evolução, as evoluções são mudanças insignificantes. As revoluções alteram a sociedade o espírito...
Necessito da minha revolução.

domingo, 25 de julho de 2010

O Guadião Simio - Parte III

A campainha tocou, e Gors podia imaginar o que aguardava do lado de fora da casa. Mandou uma mensagem para o macaco, avisando para estar pronto para a luta.
-Eu vou atender a porta. Quem será uma hora dessas? - disse o professor se dirigindo para a entrada da casa.
-Não - disse Gors jogando o professor para o lado ao mesmo tempo em que colocava as mãos em duas aberturas da mochila que carregava.
- O que é isso menino? Onde estão os seus modos? Meu Deus, você está armado? Socorro!!!- bradou o professor ao se deparar com o menino olhando firme para a porta e sacando duas pistolas automáticas.
-Fique quieto, estou aqui para te proteger!
Essas palavras pareciam acalmar o professor, ou talvez o menino usou de seu dom para fazer o professor não atrapalhar.
Enquanto discutiam, a campainha antes insistente agora estava em silencio, que não durou muito tempo, pois a porta começou a vibrar, pancadas súbitas foram ouvidas. O menino continuava imóvel com as pistolas apontadas para a porta.
Uma explosão e a porta se desfez em migalhas, um ser grande com dentes pontiagudos apareceu. Aparentemente uns 2,30m vestindo uma jaqueta jeans surrada, barba mal feita, parecendo um motoqueiro e tinha olhos que desejavam a morte.
O professor não conseguiu notar direito quem era, pois o menino se atirou para a frente disparando com suas armas, sendo certeiro, ferindo as pernas e os braços da fera que avançava em sua direção.
- Meu Deus! você nem o conhece, Pare de atirar em um desconhecido!
- Fica quieto! Eu ainda não terminei.
Nesse momento o Vampiro se levantou olhando para os dois, transbordando de raiva, demonstrando uma fome descomunal, como se Gors e o Professor fossem suprir seus desejos.
- Moleque, como você sabe o que eu sou? Quem é você?
- Eu sou o Guardião Símio! – Disse Gors apontando as armas para o céu, em uma diagonal, parecendo uma caricatura perfeita dos típicos super-heróis japoneses - Você nunca ouviu falar de mim?
-Não – Disse o grandalhão com uma cara de duvida e deboche - Eu nunca ouvi sobre um garoto burro o suficiente para afrontar um vampiro, e sobreviver!
- Porque aqueles que nunca sobreviveram foram os vampiros. Eu sei que balas não podem te parar, mas eu diminuí 70% dos seus movimentos.
- Idiota, mesmo assim você não poderá me matar.
- Eu só precisava diminuir seus movimentos até...

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Guardião Simio- parte 2

Gors era jovem, apenas 14 anos, mas mesmo assim já havia lutado contra muitos seres da noite, já sabia avaliar o nível do perigo quando se deparava com ele. Mas não entendia, o que aquele homem queria, não sentia nada de ruim vindo dele.
O homem foi logo abrindo a geladeira, e pronunciou algo que assustou Gors, ele disse:
- Auhmoaue, aratornitou tupemba baruk...
Mas Gors, logo respondeu:
-O destino sempre surpreende, até o mais sábio mortal.
O que por sua vez assustou tremendamente o Professor.
-como você traduziu tão fácil essa língua tão arcaica que a tribo perdida falava? Nossa dessa vez a academia mandou um ótimo estagiário.
Naquele momento Gors entendeu o que estava se passando, o professor o confundira com um estagiário.
-você poderá ser de grande ajuda na tradução da caixa que encontramos na escavação. Ela está lá em cima. Vamos ver agora?
- Não poderíamos deixar para depois? Estou cansado - disse Gors, já que recebera o sinal de que o macaco havia pego a caixa.
Só precisaria de alguns minutos para ir embora.
Porem naquele mesmo instante em que decidira partir, sentiu aquele cheiro do qual já estava acostumado, um cheiro que odiava mais do que vilões de historias em quadrinos! O cheiro dos demônios que o afastaram de sua mãe, o cheiro de vampiros. Teria sido muito fácil, fugir com a caixa, mas para um herói de verdade qualquer vida é importante, não poderia arriscar deixar em perigo a família do professor!
Será que mesmo levando a relíquia, eles ainda estariam em perigo? Será que já era tarde demais?

domingo, 11 de julho de 2010

Guardião Simio- parte 1

Era uma tarde chuvosa, já fazia algumas horas q Gors estava observando. Da esquina podia olhar os detalhes daquela casa, tão imponente que não sabia como entrar, como chegar ao segundo andar sem ser notado, aquele homem não se afastava da relíquia, mais parecia estar hipnotizado.

Mas não tinha tempo, sabia que a ela era cobiçada por muitos seres da noite. Com uma decisão rápida chegou a conclusão que, ia distrair o homem com o que lhe viesse a cabeça, enquanto o macaco entraria pela janela e pegaria a relíquia.

Um plano simples, fácil e indolor.

O professor logo notaria a falta da peça e chamaria a policia, os seres da noite não se interessariam mais na relíquia e a família estaria salva. Simples, fácil e indolor!

Tomou coragem, respirou fundo e atravessou a rua enquanto o macaco, no momento um pequenino sagüi, saia da parte de traz de seu casado se escondendo na cerca viva, onde logo após poderia subir pelo para peito da casa, se esgueirar atrás da janela e aguardar a ausência do professor, para então finalizar o plano, saindo com o objeto tão cobiçado em suas mãos!

Gors tocou a campainha, e para sua surpresa pareceu que já estava sendo esperado, já que logo foi atendido pelo professor ofegante :

- Entre! Finalmente você chegou, eu lhe aguardava fazia horas. Mas você não é muito novo?- Disse o professor, sem dar tempo para respostas - a deixa... esses estudantes são precoces, olhe nos temos que conversar muito, quero saber o quanto você sabe, e no que poderá me auxiliar em minhas buscas... - não esperou um minuto e completou seu monologo oferecendo chá refresco, ou qualquer outra bebida – Você é maior? Devemos beber? Melhor não, vamos ao serviço!

O plano de Gors fora mais fácil do que podia ter imaginado, foram direto para a cozinha, enquanto o macaco tinha tempo suficiente para encontrar e relíquia.

Mas o que será que o professor queria?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mochila Goblin

O que um goblin carrega em sua mochila???
Simples ele carrega:
1-um pedaço de carne, goblins adoram carne, as vezes o pedaço já está velho, verde, saindo tentaculos, mas é carne, e goblins sempre tem carne na mochila.
2- pedra da terra natal, eles sempre tem uma ou amis pedras, as vezes uma coleçao de pedras...
3- lança sempre tem uma lança, golins podem lutar com mnuitas armas, mas sempre carregam uma lança
4- bem é uma coisa q nao tem, roupa, goblins nunca carregam roupa...apenas uma pedaço de pano que tapa suas partes intimas, a nao ser que seja um goblin da relaza^^
5-bugigangas geralmente quebradas, mas goblins adoram bugigangas.
6- coragem, TODOS os goblins levam coragem como sua principal bagaem!!!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O goblin Larápio e a Mulher Bicuda...

(post sujeito a revisao)

Bem essa é mais uma historia sobre o Goblin larápio, mas não se confunda, esta ão é a continuaçao...

O goblin Larapio certa vez, se uniou a um grupo de corrdenaçao, por que a irma de armas, uma guerreira muito valorosa com as iniciais de V.L.(ela merece uma aventura só dela, mas nao chegou sua vez ainda), havia lhe chamado... nesse grupo haviam muitos representantes de varias facçoes, eram como uma força em conjunto para decidirem sobre açoes em prol do povo... uma dessas representantes, uma garota que chamou a tençao do goblin, uma mulher com o dom de comandar vacas voadoras, e carregava no coraçao o desejo de ominar o mundo. Claro que o goblin definitivamente poderia odia-la e torna-la sua rival. Mas é claro que isso nao aconteceu afinal a mae dela fazia uma pizza de calabreza, ops ou melhor, pizza de javali muito boa. Logo o goblin pegou amizade com essa estranha donzela.
O laço de amizade foi tao forte que qndo o goblin fundou o grupo seu grupo de aventura, ele a chamou apra fazer parte, eles se uniram em uma amizade que poucas coisas superam no mundo.
O Goblin larápio só tombou 2 vzs na vida, as duas vezs ela estava ao lado dele. apezar da distancia, apezar da ausencia, ele pede desculpas...
essa mulher pode ser conhecida como mulher gaviao, ou bicuda, ou outro dos muitos nomes. pode até ser comparada com um prodigio, vive no mundo da nobreza e sutileza, sempre exentrica e bela, semore cheia de magias e tesouros... mas o convivio com o goblin mostraram que ela tbm pode participar de guerras, gritar como um ogro, e enfrentar um exercito, sem perder o chame é claro( axo q se eu nao coloca-se o charme u apanharia), mas em fim, será que ela ainda sonha em dominar o mundo com suas vaquinhas voadoras???

domingo, 4 de julho de 2010

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O Goblin larapio -Parte I

Sei que esse não é um talento meu, sou muito melhor na oratória, mas a história há muito assombra meus pensamentos. Não é a historia do “Goblin e a Dama das Rosas”, mas tem uma ligação indireta com a mesma... É apenas um conto fantasioso baseado em fatos reais.

Bem, essa história se modifica, se amplia e se contrai, fatos são adicionados e removidos, finais são criados e descartados, tudo isso a cada vez que eu penso nela, mas um dia tinha que sair, então lá vai:

Era uma.... (péra aí! Não posso começar assim TÃO clichê)... Ok..., Ok..., Ok..., então lá vai..., e no estilo Wesley!!! HauHauhAUhuAhuHauHAuhAUa...

Tinha um goblin, não um goblin qualquer[1], ele era conhecido como Goblin Larápio, pois tinha língua afiada como navalha, para persuadir as pessoas, geralmente não perdia as discussões, e quando perdia... pois bem...não aceitava com facilidade uma derrota.

Já tinha vivido muito para um goblin, por isso já tinha muita experiência em aventuras. Fora testemunha do nascimento de uma mulher bicuda, saída de um ovo, que o chamara de irmão, se perdeu em um mar de trevas, mas foi resgatado por uma flor, não uma flor qualquer, uma Super Flor. Tinha dos mais variados amigos, dentre eles um elfo[2] que não era belo, oriundo das minas e também seguidor das estrelas em cruz.

Bem, assim vivia o Goblin Larápio, achando que era esperto o suficiente para burlar o destino, apenas mudando um detalhe aqui e outro ali, para, então, o vento soprar ao seu favor...

Mas, mal sabia ele que “os deuses jogam dados e não perguntam se queremos participar do jogo”.



[1] O autor se refere aos goblins tipicamente conhecidos por jogadores de RPG e NERDS, seres que são identificados por estarem sempre em bando e não pensarem muito.

[2] Os goblins sempre rivalizaram com elfos.


quinta-feira, 1 de julho de 2010

Os goblins podem ser definidos pelo seu ímpeto...
Os que possuem muito, ganham fama!!!
Os que posuuem pouco, continuam vivos!!!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

HUMMMMMMMMMMMM...LÁ VAI...
Estava escuro, pois não queriam ser detectados nas ruínas que antes fora a grande cidade de Kahr.
Todos estavam preocupados, afinal, eles eram os únicos sobreviventes que estavam livres, bem livres não é a palavra certa, pois eles estavam se escondendo, a resistência liderada pelo príncipe Jay, era apenas formado por pessoas comuns e pouquíssimos soldados, estavam em uma construção que aparentemente era normal, as na verdade foi feita para esse momento, disfarçado de um quarteirão de residências comuns, elas eram interligadas por tuneis e passagens secretas, mantinham um estoque razoável de mantimentos e armas, tudo devido a uma profecia da Sacerdotisa da Lua, uma mulher que vivera a mais de 300 invernos, mas mesmo assim suas profecias sempre se realizaram. Não podia ser diferente com essa, a profecia que dizia que Kahr cairia, e eles deveriam estar prontos, pois dos sobreviventes do grande ataque estaria alguém capaz de reerguer o reino.
Todos estavam com medo afinal nunca viram tamanha força, foram atacados pelo reino que até algumas estações era considerado aliado. Foram atacados com tamanha brutalidade que os sobreviventes não passavam de 350. Mas como sabiam que a intenção do reino Elemental não era a ocupação e sim a destruição, sabiam que se resistissem, poderiam escapar. Bem era o q pensavam.
Príncipe Jay foi acordado do seu raro momento de sono, um batedor havia retornado dizendo que aparentemente a armaduras estavam marchando para o esconderijo, e era toda a milícia dos armaduras. Jay sabia que só havia uma chance, deveria lutar com os poucos soldados que restassem até que os cidadãos de Kahr pudessem escapar, era insano, mas pelo menos daria alguns minutos. Mas seu perigoso plano não poderia ocorrer, pois logo após a receber a noticia do ataque inimigo, ficou sabendo que todo o arsenal havia desaparecido. Estava a resposta sobre a queda de Kahr, eles haviam sido traídos.
Alguns minutos depois estava ele com uma pequena milícia, de soldados armados apenas com as armas de ronda, esperando o inimigo passar pelos falsos portões do abrigo, e em suas costas o povo partia o mais apressado possível. Tudo estava perdido. O rei havia sido derrotado, mesmo que ele tivesse passado pelo ritual não haveria tempo de ter plenos poderes para assegurar a fuga de seu povo, seu cérebro latejava, não era isso que sonhara, não era um nobre de guerra, não por falta de coragem ,e sim por excesso de amor a vida alheia.mas estava lá disposto a lutar para que pelo menos um de seu povo escapasse e cumprisse a profecia.
As portas começaram a ranger com a pesada marcha dos armaduras. Estava à frente de seu batalhão, alguns dos homens estavam em fugir, afinal não estavam prontos para enfrentar homens coberto por uma armadura que misturava conhecimentos arcanos aos tecnológicos. Todos estavam com armas a postos quando uma explosão estraçalhou a porta, os armaduras vieram com tamanha velocidade que a primeira linha foi toda ao chão. Jay não teria sobrevivido se não fossem seus anos de treinamento, com um salto escapou da primeira leva caindo sobre um armadura com a ponta da espada deslizando sobre a viseira do capacete inimigo. Ele ainda lembrava-se das palavras mágicas, lembrava da técnica da família, lembrava da única coisa que poderia fazer pelo seu povo, a canção do tempo, fechou os olhos e liberou toda a essência de vida que lhe restava sussurrando as palavras do Deus do tempo. Agora sim Jay acelerou todos os movimentos poderia segurar a primeira fila sozinho, e foi o que fez, durantes alguns minutos sozinho enfrentou uma linha inteira de mais de 10 armaduras, por se tratar de um afunilamento do terreno de combate ele mantinha a vantagem, se não fosse o desgaste físico e mental, no primeiro tropeço perdeu a concentração e um punho o jogou a parede, torcendo o seu braço direito.mas mesmo assim permanecia de pé, observou seus homens, revigorados pela coragem de seu mestre lutando, um sorriso chegou ao teu rosto. Lembrou-se do que o pai ensinara, que um homem movido pela justiça supera seus limites. Pois via que seus soldados conseguiam superar os armaduras, tinha certeza que todos morreriam, mas mesmo assim sabia que estava lutando por algo justo.
Ao tentar retornar a luta se viu frente ao que mais temia acontecer, se viu frente ao seu amigo de infância, “...”, estava dentro de uma armadura, era um armadura, não qualquer, um comandante, e estava parado olhando para o antigo amigo, Jay não pronunciou nenhum encantamento, mas o tempo pareceu correr lentamente. Um leve movimento da espada e já estava pronto, os dois se encontraram no meio do campo de batalha, que já estava definido, pois os soldados de Kahn por mais q lutassem estavam caindo um a um. Jay não parava, sua lamina encontrava com a armadura de “...”, mas sem efeito desviava de golpes mortais, recebidos tendo de “...” quanto de seus armaduras em volta. Só com a mão esquerda não tinha destreza suficiente para atingir uma parte vital da armadura.
-Venham... Venham todos, sou o ultimo nobre de Kahr por isso o ultimo a tombar, não irei sem levar todos vocês comigo.
Quando partiu para um novo ataque foi surpreendido por um golpe forte, mas não um golpe qualquer, um golpe que atingira suas costas, um golpe que vinha do túnel pelo qual seu povo havia fugido um golpe que dizia que seu povo havia sido capturado, um golpe que dizia para perder as esperanças. Um golpe que o jogou sobre uma parede o enterrando nos destroços de sua ultima esperanças. Um golpe que enterrou o príncipe de Kahr.