domingo, 25 de julho de 2010

O Guadião Simio - Parte III

A campainha tocou, e Gors podia imaginar o que aguardava do lado de fora da casa. Mandou uma mensagem para o macaco, avisando para estar pronto para a luta.
-Eu vou atender a porta. Quem será uma hora dessas? - disse o professor se dirigindo para a entrada da casa.
-Não - disse Gors jogando o professor para o lado ao mesmo tempo em que colocava as mãos em duas aberturas da mochila que carregava.
- O que é isso menino? Onde estão os seus modos? Meu Deus, você está armado? Socorro!!!- bradou o professor ao se deparar com o menino olhando firme para a porta e sacando duas pistolas automáticas.
-Fique quieto, estou aqui para te proteger!
Essas palavras pareciam acalmar o professor, ou talvez o menino usou de seu dom para fazer o professor não atrapalhar.
Enquanto discutiam, a campainha antes insistente agora estava em silencio, que não durou muito tempo, pois a porta começou a vibrar, pancadas súbitas foram ouvidas. O menino continuava imóvel com as pistolas apontadas para a porta.
Uma explosão e a porta se desfez em migalhas, um ser grande com dentes pontiagudos apareceu. Aparentemente uns 2,30m vestindo uma jaqueta jeans surrada, barba mal feita, parecendo um motoqueiro e tinha olhos que desejavam a morte.
O professor não conseguiu notar direito quem era, pois o menino se atirou para a frente disparando com suas armas, sendo certeiro, ferindo as pernas e os braços da fera que avançava em sua direção.
- Meu Deus! você nem o conhece, Pare de atirar em um desconhecido!
- Fica quieto! Eu ainda não terminei.
Nesse momento o Vampiro se levantou olhando para os dois, transbordando de raiva, demonstrando uma fome descomunal, como se Gors e o Professor fossem suprir seus desejos.
- Moleque, como você sabe o que eu sou? Quem é você?
- Eu sou o Guardião Símio! – Disse Gors apontando as armas para o céu, em uma diagonal, parecendo uma caricatura perfeita dos típicos super-heróis japoneses - Você nunca ouviu falar de mim?
-Não – Disse o grandalhão com uma cara de duvida e deboche - Eu nunca ouvi sobre um garoto burro o suficiente para afrontar um vampiro, e sobreviver!
- Porque aqueles que nunca sobreviveram foram os vampiros. Eu sei que balas não podem te parar, mas eu diminuí 70% dos seus movimentos.
- Idiota, mesmo assim você não poderá me matar.
- Eu só precisava diminuir seus movimentos até...

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Guardião Simio- parte 2

Gors era jovem, apenas 14 anos, mas mesmo assim já havia lutado contra muitos seres da noite, já sabia avaliar o nível do perigo quando se deparava com ele. Mas não entendia, o que aquele homem queria, não sentia nada de ruim vindo dele.
O homem foi logo abrindo a geladeira, e pronunciou algo que assustou Gors, ele disse:
- Auhmoaue, aratornitou tupemba baruk...
Mas Gors, logo respondeu:
-O destino sempre surpreende, até o mais sábio mortal.
O que por sua vez assustou tremendamente o Professor.
-como você traduziu tão fácil essa língua tão arcaica que a tribo perdida falava? Nossa dessa vez a academia mandou um ótimo estagiário.
Naquele momento Gors entendeu o que estava se passando, o professor o confundira com um estagiário.
-você poderá ser de grande ajuda na tradução da caixa que encontramos na escavação. Ela está lá em cima. Vamos ver agora?
- Não poderíamos deixar para depois? Estou cansado - disse Gors, já que recebera o sinal de que o macaco havia pego a caixa.
Só precisaria de alguns minutos para ir embora.
Porem naquele mesmo instante em que decidira partir, sentiu aquele cheiro do qual já estava acostumado, um cheiro que odiava mais do que vilões de historias em quadrinos! O cheiro dos demônios que o afastaram de sua mãe, o cheiro de vampiros. Teria sido muito fácil, fugir com a caixa, mas para um herói de verdade qualquer vida é importante, não poderia arriscar deixar em perigo a família do professor!
Será que mesmo levando a relíquia, eles ainda estariam em perigo? Será que já era tarde demais?

domingo, 11 de julho de 2010

Guardião Simio- parte 1

Era uma tarde chuvosa, já fazia algumas horas q Gors estava observando. Da esquina podia olhar os detalhes daquela casa, tão imponente que não sabia como entrar, como chegar ao segundo andar sem ser notado, aquele homem não se afastava da relíquia, mais parecia estar hipnotizado.

Mas não tinha tempo, sabia que a ela era cobiçada por muitos seres da noite. Com uma decisão rápida chegou a conclusão que, ia distrair o homem com o que lhe viesse a cabeça, enquanto o macaco entraria pela janela e pegaria a relíquia.

Um plano simples, fácil e indolor.

O professor logo notaria a falta da peça e chamaria a policia, os seres da noite não se interessariam mais na relíquia e a família estaria salva. Simples, fácil e indolor!

Tomou coragem, respirou fundo e atravessou a rua enquanto o macaco, no momento um pequenino sagüi, saia da parte de traz de seu casado se escondendo na cerca viva, onde logo após poderia subir pelo para peito da casa, se esgueirar atrás da janela e aguardar a ausência do professor, para então finalizar o plano, saindo com o objeto tão cobiçado em suas mãos!

Gors tocou a campainha, e para sua surpresa pareceu que já estava sendo esperado, já que logo foi atendido pelo professor ofegante :

- Entre! Finalmente você chegou, eu lhe aguardava fazia horas. Mas você não é muito novo?- Disse o professor, sem dar tempo para respostas - a deixa... esses estudantes são precoces, olhe nos temos que conversar muito, quero saber o quanto você sabe, e no que poderá me auxiliar em minhas buscas... - não esperou um minuto e completou seu monologo oferecendo chá refresco, ou qualquer outra bebida – Você é maior? Devemos beber? Melhor não, vamos ao serviço!

O plano de Gors fora mais fácil do que podia ter imaginado, foram direto para a cozinha, enquanto o macaco tinha tempo suficiente para encontrar e relíquia.

Mas o que será que o professor queria?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mochila Goblin

O que um goblin carrega em sua mochila???
Simples ele carrega:
1-um pedaço de carne, goblins adoram carne, as vezes o pedaço já está velho, verde, saindo tentaculos, mas é carne, e goblins sempre tem carne na mochila.
2- pedra da terra natal, eles sempre tem uma ou amis pedras, as vezes uma coleçao de pedras...
3- lança sempre tem uma lança, golins podem lutar com mnuitas armas, mas sempre carregam uma lança
4- bem é uma coisa q nao tem, roupa, goblins nunca carregam roupa...apenas uma pedaço de pano que tapa suas partes intimas, a nao ser que seja um goblin da relaza^^
5-bugigangas geralmente quebradas, mas goblins adoram bugigangas.
6- coragem, TODOS os goblins levam coragem como sua principal bagaem!!!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O goblin Larápio e a Mulher Bicuda...

(post sujeito a revisao)

Bem essa é mais uma historia sobre o Goblin larápio, mas não se confunda, esta ão é a continuaçao...

O goblin Larapio certa vez, se uniou a um grupo de corrdenaçao, por que a irma de armas, uma guerreira muito valorosa com as iniciais de V.L.(ela merece uma aventura só dela, mas nao chegou sua vez ainda), havia lhe chamado... nesse grupo haviam muitos representantes de varias facçoes, eram como uma força em conjunto para decidirem sobre açoes em prol do povo... uma dessas representantes, uma garota que chamou a tençao do goblin, uma mulher com o dom de comandar vacas voadoras, e carregava no coraçao o desejo de ominar o mundo. Claro que o goblin definitivamente poderia odia-la e torna-la sua rival. Mas é claro que isso nao aconteceu afinal a mae dela fazia uma pizza de calabreza, ops ou melhor, pizza de javali muito boa. Logo o goblin pegou amizade com essa estranha donzela.
O laço de amizade foi tao forte que qndo o goblin fundou o grupo seu grupo de aventura, ele a chamou apra fazer parte, eles se uniram em uma amizade que poucas coisas superam no mundo.
O Goblin larápio só tombou 2 vzs na vida, as duas vezs ela estava ao lado dele. apezar da distancia, apezar da ausencia, ele pede desculpas...
essa mulher pode ser conhecida como mulher gaviao, ou bicuda, ou outro dos muitos nomes. pode até ser comparada com um prodigio, vive no mundo da nobreza e sutileza, sempre exentrica e bela, semore cheia de magias e tesouros... mas o convivio com o goblin mostraram que ela tbm pode participar de guerras, gritar como um ogro, e enfrentar um exercito, sem perder o chame é claro( axo q se eu nao coloca-se o charme u apanharia), mas em fim, será que ela ainda sonha em dominar o mundo com suas vaquinhas voadoras???

domingo, 4 de julho de 2010

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O Goblin larapio -Parte I

Sei que esse não é um talento meu, sou muito melhor na oratória, mas a história há muito assombra meus pensamentos. Não é a historia do “Goblin e a Dama das Rosas”, mas tem uma ligação indireta com a mesma... É apenas um conto fantasioso baseado em fatos reais.

Bem, essa história se modifica, se amplia e se contrai, fatos são adicionados e removidos, finais são criados e descartados, tudo isso a cada vez que eu penso nela, mas um dia tinha que sair, então lá vai:

Era uma.... (péra aí! Não posso começar assim TÃO clichê)... Ok..., Ok..., Ok..., então lá vai..., e no estilo Wesley!!! HauHauhAUhuAhuHauHAuhAUa...

Tinha um goblin, não um goblin qualquer[1], ele era conhecido como Goblin Larápio, pois tinha língua afiada como navalha, para persuadir as pessoas, geralmente não perdia as discussões, e quando perdia... pois bem...não aceitava com facilidade uma derrota.

Já tinha vivido muito para um goblin, por isso já tinha muita experiência em aventuras. Fora testemunha do nascimento de uma mulher bicuda, saída de um ovo, que o chamara de irmão, se perdeu em um mar de trevas, mas foi resgatado por uma flor, não uma flor qualquer, uma Super Flor. Tinha dos mais variados amigos, dentre eles um elfo[2] que não era belo, oriundo das minas e também seguidor das estrelas em cruz.

Bem, assim vivia o Goblin Larápio, achando que era esperto o suficiente para burlar o destino, apenas mudando um detalhe aqui e outro ali, para, então, o vento soprar ao seu favor...

Mas, mal sabia ele que “os deuses jogam dados e não perguntam se queremos participar do jogo”.



[1] O autor se refere aos goblins tipicamente conhecidos por jogadores de RPG e NERDS, seres que são identificados por estarem sempre em bando e não pensarem muito.

[2] Os goblins sempre rivalizaram com elfos.


quinta-feira, 1 de julho de 2010

Os goblins podem ser definidos pelo seu ímpeto...
Os que possuem muito, ganham fama!!!
Os que posuuem pouco, continuam vivos!!!