sábado, 22 de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O Goblin e a estrela... o meu segredo


Olha o Goblin encontrou a sua estrela...
nada é perfeito, e é tudo um caos....
para algumas coisas eu acho...
para outras eu queria ter certeza...
mas raras e poucas coisas eu sinto como encontrei a mais pura e verdadeira vontade e verdade...
O Goblin encontrou a mais rara estrela, a unica estrela que poderia descer do céu para ele...




O Caos:
No principio havia o caos!
E do Caos surgio o Mundo, perfeito em sua essência...
O Caos antecede a perfeiçao
A perfeiçao á algo inalcancavel pelo homem...
Logo o mais próximo da perfeição seria o Caos...
...
Sem sentido
...
Sem logica
...
Caos...^^


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Definições Goblins...


para se tornar herói um goblin nunca precisa dar um passo a frente....basta todos os outras darem um passo para tras...

O Goblin e a estrela - final...

O goblin depositou suas ultimas esperanças no Reino dos sábios, afinal eram chamados de oráculos do mundo, deveriam saber uma maneira de encontrar a resposta para alcançar as estrelas.

O goblin não esperou, não descansou ao saber a localização do reino dos sábio abriu suas enormes asas mágicas de dragão e não parou até colidir com a torre principal do reino dos sábios caindo coincidentemente numa roda de discussões filosóficas sobre animais alados. Todos ficaram intrigados com o estranho ser.

Foi acordar depois de 3 dias devido aos ferimentos e ter voado 10 dias sem descansar. O problema era que tinha sido enjaulado para futuros estudos, demorou algum tempo até convencer o Sábio responsável pela área de estudos biológicos de que não era nenhuma variação de bebe dragão ou outra coisa estranha. Teve mais crédito ao citar as aventuras com o Lunático Jow, pois acabara descobrindo que Jow já havia freqüentado o Reino dos Sábios e fora embora para se aventurar, afinal, considerava muito monótono aquele bando de estudiosos e seus papiros.

Então o Goblin conseguiu uma autorização para inquirir os sábios pela sua resposta, afinal ele havia sido um excelente espécime de pesquisa, e nada mais justo para os sábios que retribuir. Mas ao perguntar sobre as estrelas os sábios apenas responderam:

- É possível que sua resposta esteja aqui, mas não te daremos a certeza, se quiser a resposta terá que encontrá-la por esforço próprio. Essa fora apenas uma jogada dos sábios, pois sabiam que um goblin que chegara a possuir asas de um grande dragão, teria potencial para servir de grande auxilio aos sábios.

Assim começaram os estudos do goblin, com ciência simples, mas sabia que somente isso não o levaria as estrelas. Passou aos estudos de ciências avançadas e ao mesmo tempo aos conhecimentos arcanos, e com uma longa estadia de alguns anos passou a possuir um grande conhecimento, mas nada que o possibilitava encontrar uma estrela. A única resposta que encontrou foi que infelizmente se existisse uma maneira de encontrar uma estrela, não estaria lá.

Por isso depois de tantos anos estudando o Goblin voltou a sua cidade natal, todos os goblins o aclamavam, como aquele que conquistou o reino do Senhor Esquilo, derrotou o maior dos dragões, estudou ao lado dos mais sábios, era o goblin mais rico do mundo, mas ainda assim fazia a mesma coisa que quando criança observava o céu, a espera de uma estrela. De nada lhe valiam, tesouros, reinos, fama, poder, se ele não havia encontrado sua estrela, na verdade por mais magnífico que haviam sido seus feitos, ele começava a acreditar que os goblins mais velhos tinham razão ao dizer que ele sonhava muito alto.

O goblin ainda não sabia se era possível ou não encontrar uma estrela, mas se fosse possível era claro que ele queria encontrá-la. Foi assim que ao olhar para o céu viu uma estrela caindo... mas ela caia de maneira diferente, vinha em direção a terra, alem das montanhas.

O Goblin abriu um largo sorriso, esticou suas asas e voou alem das montanhas, e...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O Goblin e a estrela - parte 4

Ao chegar à caverna indicada pelo mapa, o Goblin sentiu o calor que emanava do local. Sentiu sua pele queimar, tinha a certeza que estava no local certo, os goblins sempre identificam a diferença de uma chama comum para um labareda mágica criada por dragões. Lá dentro o goblin sorriu, pois o dragão era enorme, ele acreditava que aquelas asas mágicas poderiam levá-lo as estrelas, teu sonho.

- Dragão, não tenho nada contra ti, se queres destruir esse reino, não me importo, mas quero tuas asas, então hoje não sairás vivo dessa caverna.

O dragão apenas olhou para um minúsculo ser a sua frente, não poderia temer um valoroso soldado sozinho, ainda mais um minúsculo goblin. Então apenas abriu sua mandíbula e liberou labaredas enormes em direção ao goblin que se defendeu atrás de seu escudo. Ele se queimou, estava acostumado ao fogo, afinal era um goblin, mas aquilo era demais para qualquer ser não Elemental, ele sucumbiria às chamas, se não fosse o sonho, o sonho de encontrar uma estrela, sabia que aquela era sua única chance, pôs-se então em disparada com escudo a sua frente, e a lança em posição.

Ele tombou, seu urro pode ser ouvido por todo o reino de Lorental. Ninguém acreditou, o dragão havia sucumbido, e não para um campeão humano, elfo ou até mesmo anão, o Dragão mais perigoso que havia existido naquelas terras havia tombado perante um goblin. Todo o povo olhou em direção a montanha de fogo onde vivia o Dragão, a única coisa que puderam ver foi uma labareda que se disparava em direção ao Céu, um goblin agora com asas de dragão, goblin que sonhava em alcançar as estrelas. Mas pela segunda vez se frustrou, pois por mais forte que voasse, não conseguia alcançar as estrelas.

Voltou ao reino de Lorental, para perguntar se eles sabiam de um dragão mais poderoso, um dragão que pudesse alcançar as estrelas. Foi aclamado como herói, mas nada disso o impressionou, pois a única coisa que queria era uma estrela. Os sábios todos do reino, não sabiam da existência em nenhum lugar de um dragão mais poderoso que esse que os amedrontava durante muito tempo.

Um sábio ao ver o sofrimento do Goblin, que havia salvado seu reino, disse que o único lugar que ele poderia encontrar a reposta seria no Reino dos sábios. Um local que ficava entre as nuvens e que só os mais experientes magos poderiam chegar lá. Mas agora o Goblin tinha as asas de um dragão.

domingo, 16 de janeiro de 2011

O Goblin Larápio e a guerra entre Goiabas e Jabuticabas:



Lá estava nosso intrépido protagonista, em uma arena de apostas, não estava lutando, não dessa vez. Estava apostando pois tinha sido desafiado a saber quem ganharia. Os lutadores, nomes estranhos mas uma batalha épica, os guerreiros se intitulavam Goiaba e Jabuticaba.

Logo o Goblin calejado de batalhas, notou que Jabuticaba era bem melhor preparado, estava na cara que Jabuticaba ganharia, e para manter seu orgulho, apostou tudo em Jabuticaba. Ele no fundo queria que Goiaba ganhasse, mas sabia que isso não aconteceria.

Moral, Jabuticaba ganhou, o Goblin foi vitorioso nessa disputa. Mas... no fundo, no fundo, ele preferia ter perdido... o porque nem mesmo ele sabe... mas ele preferia ter quebrado o orgulho, só para ter por mais alguns segundos um sorriso lindo!!!

(ok, ok, ok para muitos essa historia pode não ter NEXO, mas ela tem um sentido... único e para poucos, mas ela tem um sentido...)

sábado, 15 de janeiro de 2011

O Goblin e a estrela - parte 3

Jow notou a frustração do Goblin, e lhe disse:

– Se quer mesmo uma estrela, vá buscá-la, não procure nada semelhante, mate um dragão e use tuas asas para cruzar o Céu...

O goblin então revigorou o sorriso, que por mais que chamassem Jow de louco, lunático, insano, ele sabia que Jow raramente errava, o seguiu por muitas batalhas, não era dessa vez que erraria.

Então o Goblin seguiu rumo a uma nova jornada, e ao navegar de volta ao litoral onde a primeira vez buscara uma embarcação para tripular, onde ontem era apenas um goblin com um sonho louco de encontrar um estrela, hoje era temido por muitos, uns o chamavam para integrar suas tripulações, e outros para liderá-la, mas não era esse o seu sonho, não era a fama e sim as estrelas.

Rumou ao norte, em direção as montanhas de fogo, onde ouviu que um reino enfrentava sua ruína sob as asas do maior dragão que lançava fogo e devorava as cinzas de tudo que encontrava. O goblin sabia que se as asas de um dragão poderiam levá-lo aos céus, com certeza deveriam ser essas.

O Reino de Lorental era situado em meio às montanhas de fogo, um vale que tinha tudo para prosperar, pois o solo era fértil, e aos redores no sopé das montanhas se encontravam jazidas com os mais variados tipos de metal, sua posição estratégica central entre as 3 montanhas de fogo, permitiam uma ótima defesa contra ataques inimigos, mas não os ataques de dragão, que devastava todas as tentativas de plantação. O reino gastava tudo que conseguia com a mineração para repor os estragos causados pelo ataque e para alimentar a população, por isso o rei clamou aos quatro cantos do reino, para que pudessem destruir o dragão.

O último que apareceu foi o goblin, trajando uma armadura de couro e uma lança feita com ossos de um monstro marinho e aponta de diamante. Adentrou no palácio, sempre olhando em frente, se portando indiferente aos soldados que se acumulavam ao redor. Os soldados não sabiam o que fazer, um goblin, será que estava lá para atacar o rei? Um goblin andando sozinho? Um goblin com a audácia suficiente para enfrentar um castelo sozinho? Será que era louco? Será que era um servo do dragão que veio mandar um recado? Enquanto todos se perguntavam, nenhum tomava a frente para impedir o avanço do Goblin. Mas ao chegar à sala do torno, o Chefe da Guarda tomou conhecimento do avanço da pequena criatura e logo berrou aos seus soldados:

-Impeçam o avanço dessa criatura horrenda, não deixem que ele chegue nem a 20 passos do trono real!

As ordens do chefe da guarda pareceram surtir efeito aos guardas que tomaram a iniciativa de atacar o Goblin. Mas o pequeno guerreiro, calejado pelas inúmeras batalhas travadas com os Lunáticos, não se intimidou e com ímpeto de um verdadeiro goblin, saltou a frente desviando das estocadas dos soldados e atacando de maneira a apenas atordoar os guardas. Até chegar aos pés do trono e dizer:

- Onde mora o Dragão? Não quero perder tempo vasculhando as três montanhas de fogo.

- Como ousa invadir meus domínios? Adentrar ao meu palácio, e fazer meus guardas de palhaços? Se quiser a minha recompensa pelo Dragão deveria ter mais respeito!

- Não quero teu tesouro, quero apenas esse Dragão.

O rei ficou impaciente com o goblin, mas logo foi alertado por um de seus conselheiros, que não se tratava de um simples goblin, era um dos Lunáticos, possivelmente o rei se arrependeria de começar guerra com um dos melhores amigos do mais novo Senhor da Ilha dos Esquilos.

O rei aceitou indicar onde o Dragão possivelmente dormia, e até lhe entregou um mapa para se localizar melhor. Mesmo assim o Rei não tinha esperanças que um goblin poderia derrotar um Dragão com aquela magnitude, nenhum dos mais valorosos guerreiros que passaram por lá haviam conseguido, não importava se ele era membro dos Lunáticos, o que faria daquele goblin diferente o suficiente para derrotar o Dragão?

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O mukifo de um Goblin!!!

O Goblin e a estrela- Parte 2

Quando chegou a idade certa de entrar em batalhas, logo o goblin rumou ao litoral, procurando por piratas que o aceitassem, não foi uma tarefa fácil, foi obrigado a derrotar muitos em batalhas clandestinas nos portos, batalhas que ocorriam no mercado negro, apostas que serviam para piratas e navegantes, que gostassem de sangue, gastar seus tesouros adquiridos em aventuras. Até que um dia, um pirata se surpreendeu com as habilidades do goblin, mas não um pirata qualquer, era o Lunático Jow,um pirata que muitos diziam ser louco, pois navegava sem bussola, apenas com o instinto, e muitas vezes dizia coisas sem sentido, mas que em suas expedições sempre se saia vitorioso, nem que para isso perdesse um braço, um olho, ou alguém de sua tripulação. Mas foi Lunático Joe que finalmente o convidou para integrar sua embarcação.

Ao fazer Parte dos Lunáticos, o Goblin aprendeu muito sobre mar, clima, e navegação, e sempre inquirindo Jow sobre o dia que encontrariam diamantes brilhantes como estrelas. Mas Jow dizia sempre que, para adentrar aos domínios do povo esquilo, necessitava de uma tripulação experiente, e de talentos únicos, e que só via um membro dessa intrépida e futura tripulação no momento, nesse caso o Goblin. Assim o Goblin aprendeu a ter paciência. Logo a tripulação foi integrada por Oswald o homem-Panda, Os Irmãos Drakos, Estyve o bardo. Logo com a tripulação completa a fama dos lunáticos cresceu, quando decidiam algo, ninguém, nem o mais poderoso navio da frota real poderia com eles. Foi finalmente ai que Jow disse ao goblin que sua insanidade poderia ser realizada, eles rumariam para um lugar que todos os navegantes temiam, a “Ilha no senhor Esquilo”.

Por mais que, o nome possa não parecer algo tão assustador, a Ilha do Senhor esquilo era um dos lugares mais temíveis de todo o mundo, navegantes não tinham coragem nem de se aproximar, o povo conhecido como homens esquilos eram devoradores de homens, cavalgavam aranhas gigantes nas matas fechadas da ilha, raras pessoas saiam da ilhas, as que saiam era porque o Senhor dos esquilos permitia, só para que falassem de seu tesouro, pois era um ser arrogante, queria que todos soubessem de seu tesouro, e que ele era intocável a outros. Intocável sim, mas só até o momento em que os Lunáticos chegaram a ilha, conseguiram através das habilidades de Jow, atracar sem serem vistos, entraram o palácio do senhor Esquilo o derrotaram em seu próprio jogo, a Ilha parecia um parque de diversão aos lunáticos. Jow se tornou o novo senhor da Ilha... Mas o Goblin, apenas teve sua frustração aumentada. Pois por mais brilhantes que os diamantes fossem, não se comparavam ao brilha das estrelas, ele sabia como as estrelas brilhavam, pois toda a noite observava o céu sob o mar.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Bibliografia NAO autorizada do Grande Mestre Silvano( Contada por Torto das 3 Marias)

Uma mamãe chamada Ornintorringosa estava botando seus ovos de páscoa quando do céu caiu um dejeto do grande “Bolinho de Morango”. Ela curiosa logo o engoliu e depois de 9 meses, 4 semanas e 24 horas nasce o bebe que futuramente se chamaria Silvano.

Quando criança, esse simplório bebe humano chamava-se Ornintorringo. Sua mamãe Ornintorringosa era muito bacana e supimpa, chuchu beleza de verdade! Este bebê chupava formal e regularmente seu dedão do pé calejado q por si só tomou dimensões gigantescas.E com este dedão ele quis por o pé no mundo...E meu Deus (No caso o “Grande Bolinho”)!!! era grande mesmo.Não tão grande quanto meu membro mais tudo bem.

Ornintorringo fora sustentado pela sua mãe que trabalhava como manicure na funelaria do seu Zé da esquina, e de manhã ela trabalhava de pizzaiola na pizzaria “Carne Roxa”.Cansado dessa grande injustiça, que era maior quer meu membro e definitivamente obviamente que era maior que seu dedão, ele decidiu lutar contra o crime. Mas em sua primeira investida contra um ladrão de moedas, tomou dois tiros no útero e um no pâncreas, então ele foi para o hospital. Lá ele tirou uma radiografia do seu estomago, e descobrirão que era menor que o meu membro, e também que continha algo de estranho, uma tatuagem em forma de coração com uma flecha traspassando, e nela estava escrito “I love Marry Popins”. Ao saber dessa noticia ele foi para UTI em estado de choque.

Em coma ele teve uma visão, e não era com o meu membro, e sim com o Grande Bolinhu, que a principio, primeiramente, nos primórdios de tudo,ele disse, antes de qualquer outra coisa:

-“Do you love Marry Popins?”

Depois desta trágica piada (que não foi dita pelo Wesley) que não esta escrita tatuada no meu membro, o “Grande Bolinho” explicou para o bebe de dezenas de anos de idade que ele deveria mudar seu nome próprio, que era soh dele e demais ninguém (e juro pelo meu membro, que era só dele mesmo!!!!!) para Silvano. E começaram uma busca para a transcendência do infinito e além do tempo e espaço.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Goblin e a estrela-parte I


Lá estava ele, como fazia todas as noites desde que era um pequeno goblin em seu viveiro, observando as estrelas. Sabia o nome de todas elas, conversava com cada uma, bem, nunca ouvia respostas, mas sempre conversava. Um dia seria conhecido como o maior goblin que já existiu no mundo, sua fama se propagaria por outros reinos, povos, mundos, todos conheceriam alguma coisa sobre o goblin de grandes feitos. Mas hoje era apenas um goblin, observando as estrelas como sempre fazia, ainda tendo o mesmo sonho, um sonho que o guiou a realizar grandes feitos, um sonho que o colocou em perigo inúmeras vezes, o sonho de um dia conseguir uma estrela.

Desde pequeno seu sonho foi ter uma estrela. Passava as noites acordado e sempre dizia que um dia uma estrela do céu seria sua. Claro que os goblins mais velhos o repreendiam:

– Como um goblin pode conseguir uma estrela, todos sabemos que somos criaturas da terra, não devemos sonhar com coisas tão grandes, apenas encontre um senhor das trevas e vá trabalhar pra ele

Certo dia ouviu algo que o chamou a atenção, um velho e sábio shaman goblin contou em uma de suas historias que havia muitos tesouros no mundo. Uma vez, ao trabalhar para um pirata disse que na Ilha do Senhor Esquilo, que ficavam um pouco depois dos confins do oceano, existia diamantes tão brilhantes que eram até chamados de estrelas. Essas palavras mexeram com o pequeno goblin, e ele decidiu que seu próximo passo seria chegar até a Ilha do Senhor Esquilo.

Começou então sua jornada. Treinou muito. Nenhum goblin se dedicava tanto aos treinamentos com armas como esse goblin, sabia que tinha que ser forte, caso contrario nunca o aceitariam em um barco como navegante. Na verdade nenhum navegante de bem o aceitaria, teria que entrar para uma tripulação de piratas, e para isso tinha que ser muito mais forte do que o de costume. Afinal, todos sabiam que o goblins não eram muito dotados de capacidades navais. Sabendo de suas limitações, teria que apostar tudo na sua capacidade em combate.